Eleição
Eleição Presidencial e Referendo da UE da Moldova 2024
October 20, 2024 – November 3, 2024
Os observadores avaliaram a votação como bem administrada e ela reconduziu a incumbente pró-UE Maia Sandu, embora uma campanha documentada de compra de votos e desinformação ligada à Rússia — atribuída à rede Shor — tenha operado em torno dela. A interferência no ambiente é distinta da integridade da contagem.
Resultados oficiais
Volta 1
- Maia Sandu42,5%
Volta 2
- Maia Sandu55,4%
- Alexandr Stoianoglo44,7%
O Registo de Integridade
O que a prova estabelece, e o que não estabelece — lado a lado, com cada constatação documentada e classificada.
O que está estabelecido
- Interferência estrangeiraConfirmado
Uma operação de compra de votos de origem russa, conduzida através da rede Shor, transferiu dinheiro para eleitores por meio do banco russo sancionado Promsvyazbank; foi documentada pela polícia moldava, DFRLab e Meta e correspondida por uma designação de sanções dos EUA.
- Operações de informaçãoCorroborado
Desinformação coordenada acompanhou a votação: Meta removeu uma rede de marcas falsas de notícias em língua russa, e circularam cartas forjadas que se faziam passar por órgãos da UE e da Moldova.
O que não está estabelecido
- Falsificação do resultadoDesmentido
Que a contagem ou os resultados certificados tenham sido falsificados — não estabelecido. ODIHR avaliou a administração como profissional e imparcial, e a UE endossou os resultados.
- Interferência estrangeiraAlegado
O comando e controlo diretos do Kremlin sobre as operações não estão conclusivamente estabelecidos; DFRLab caracterizou a atividade como pró-russa, e os EUA enquadraram a coordenação de inteligência como provável, e não comprovada.
- Violações de processoAlegado
Que a compra de votos tenha determinado o resultado — não estabelecido. Não existe uma conclusão autorizada que quantifique quantos votos foram efetivamente emitidos em resultado de pagamentos.
Fontes:1
Avaliação do processo
ODIHR concluiu que ambas as voltas presidenciais e o referendo foram bem administrados e que os concorrentes fizeram campanha livremente, apesar da interferência estrangeira ilícita e dos esforços ativos de desinformação, e avaliou a administração eleitoral como profissional e imparcial.